O corpo de Júnior Veiga foi encontrado num eucaliptal, perto de Caneças, cerca das 11h30, por um homem que vive perto do local. A Polícia Judiciária suspeita que a criança terá sido levada para o eucaliptal já depois de ter sido assassinada noutro local.

A mãe deu conta do desaparecimento do filho quarta-feira quando chegou a casa, depois de mais um dia de trabalho.

As funcionárias da Escola Básica de Casal de Cambra confirmam que o menino esteve na porta da escola por volta das 14h30, que recebeu as chaves das mãos do irmão e que, depois, disse que ia para casa. Ainda voltou a ser visto por um vizinho uma hora mais tarde, a quem perguntou onde ficava o parque central.  A mesma pergunta terá feito Júnior Veiga ao proprietário de um café, já depois das 18h30.

Logo na quarta-feira, a mãe de Júnior esteve no posto da GNR três vezes para apresentar queixa.

A versão da GNR é diferente. As autoridades garantem que a primeira participação do desaparecimento da criança só aconteceu às 21h40 e que faltava uma fotografia, mas que cerca das 23h00 todos os postos limítrofes tinham já conhecimento do desaparecimento da criança.