A contrariar a tendência dos últimos anos, a criminalidade junto das escolas sofreu agravamento de 15% no ano lectivo de 2005/2006. No total, 2500 alunos, professores e auxiliares foram vítimas de violência escolar.
As drogas continuam a marcar presença dentro e fora dos portões das escolas, com um aumento de 44%. Mas a subida é mais flagrante nos crimes de uso e porte de arma, com um aumento de 40%.
A PSP apreendeu 230 armas brancas e 15 armas de fogo no ano lectivo 2005/06, quase o dobro do ano anterior. As armas brancas, como facas e canivetes, são as mais utilizadas; e cerca de 7% são armas de fogo adaptadas.
Actos de vandalismo, ameaças e injúrias, agressões e ofensas sexuais tem também nota negativa no relatório da PSP. Nas escolas da área da Grande Lisboa, a PSP teve conhecimento de uma dezena de casos de prostituição de alunos e alunas menores. Um total de 50 casos de ofensas sexuais, mais sete que no ano anterior, mas quase metade dos denunciados em 2001.
De acordo com o relatório, é nas grandes cidades que se concentram as escolas mais problemáticas. A liderar a lista negra está o Porto, com oito escolas referenciadas, seguido de Almada, com quatro, e Lisboa, Vila Nova de Gaia e Matosinhos, com três das escolas mais perigosas.
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